Trabalhistas lembram a morte de Getúlio Vargas

A Executiva, Diretório Municipal, Coordenação de Campanha, Ação da Mulher Trabalhista (AMT) e Juventude Socialista (JS), prefeito e vereadores do PDT de Ijuí depositaram flores junto ao busto de Getúlio Vargas na Praça da República. Hoje, 24 de agosto, completam-se 62 anos da morte do ex-presidente.  Getúlio Vargas se suicidou em 1954, no  Palácio do Catete, Rio de Janeiro,  com um tiro no peito. O ex-presidente também recebeu a homenagem de  Honorina dos Santos Muller, 86 anos, que anualmente leva flores e as deposita junto ao busto de Getúlio.

Na época, o clima político no Brasil era tenso e conflituoso, pois havia fortes críticas por parte da imprensa ao governo de Vargas, os militares também estavam descontentes com medidas consideradas “de esquerda”  tomadas por Vargas e a população estava muito descontente, coma difícil situação econômica do país.

Getúlio Vargas é considerado até hoje como um dos mais importantes presidentes do país. Entre as realizações mais importantes destacam-se: criação da Justiça do Trabalho em 1939; criação e implantação de vários direitos trabalhistas, entre eles, o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, semana de trabalho de 48 horas, Carteira profissional e férias remuneradas.

Vargas também fez fortes investimentos nas áreas de infraestrutura: criação da Companhia Siderúrgica Nacional, Companhia Vale do Rio Doce e Hidrelétrica do Vale do São Francisco; em 1938, criou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. E, após um golpe militar, Vargas deixou o governo em 1945.

Para o segundo governo, Vargas foi eleito presidente da República em 1950, através das vias democráticas, ou seja, pelo voto popular; neste segundo mandato continuou com uma política nacionalista, e criou a campanha do "Petróleo é Nosso", para impedir que empresas estrangeiras pudessem explorar o petróleo em terras brasileiras. Esta campanha resultou, posteriormente, na criação da Petrobrás.

 

Publicação: 24/08/2016


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